ACEITAÇÃO GLOBAL
A globalização dissemina o relativismo cultural, ou a compreensão do estranho, porque permite a liberdade na expressão dos diferentes padrões culturais e o aparecimento de focos de rejeição, que revitalizam as estruturas sociais.
Encontramos assim os papéis sociais alinhados com o conceito de globalização: esta facilita novos papéis sociais.
Provém da globalização e do contacto com o diverso a dificuldade em fixar os papéis sociais - próprio da teoria funcionalista. Muitas vezes comparando comportamentos, usos e recursos técnicos, oriundos de culturas diferentes, acontecem mudanças normativas, recriações e adesões junto dos valores, alterando os papéis sociais.
Com esta conceção nova, ou adaptada, mas efetiva, o indivíduo atua na sua formação e consente a sua forma para a interação social. Os congressos e conferências internacionais, que incidem muitas vezes sobre áreas específicas e normativas, são exemplos da aceitação social de possível interligação entre elementos diversos.
O resultado da evolução comportamental, mas também no empenho social do indivíduo, assente em valores, é a conquista de determinados papéis sociais.
Fruto da transmissão cultural da diversidade global, com processos de socialização, a começar na socialização primária, com as alterações no conceito de família e no que isso implica na aprendizagem cultural na infância - porque podemos ter vários pais, ou nenhum, com vários idiomas ou não, e costumes muito diferentes ou hábitos muito parecidos - temos hoje que saber conjugar essa imensidade com a nossa identidade pessoal, mutável e que se adapta permanentemente para que a multiplicidade de identidades sociais de cada um também seja um fator de aceitação local.
saber conjugar
a imensidade com a identidade
A globalização facilita
novos papéis sociais.
novos papéis sociais.
O global
passou a ser um processo de socialização.
passou a ser um processo de socialização.
Provém da globalização e do contacto com o diverso a dificuldade em fixar os papéis sociais - próprio da teoria funcionalista. Muitas vezes comparando comportamentos, usos e recursos técnicos, oriundos de culturas diferentes, acontecem mudanças normativas, recriações e adesões junto dos valores, alterando os papéis sociais.
Com esta conceção nova, ou adaptada, mas efetiva, o indivíduo atua na sua formação e consente a sua forma para a interação social. Os congressos e conferências internacionais, que incidem muitas vezes sobre áreas específicas e normativas, são exemplos da aceitação social de possível interligação entre elementos diversos.
Fruto da transmissão cultural da diversidade global, com processos de socialização, a começar na socialização primária, com as alterações no conceito de família e no que isso implica na aprendizagem cultural na infância - porque podemos ter vários pais, ou nenhum, com vários idiomas ou não, e costumes muito diferentes ou hábitos muito parecidos - temos hoje que saber conjugar essa imensidade com a nossa identidade pessoal, mutável e que se adapta permanentemente para que a multiplicidade de identidades sociais de cada um também seja um fator de aceitação local.
Um sistema de posicionamento global para os desafios atuais
