NÍVEIS DE TOLERÂNCIA
No caso português, observam-se os progressos na instalação de infra-estruturas pelo país, a partir da década de 80, de orientação política, sendo possível, atestar a evidência da mobilidade social que com esta abertura, e presença vincada, esclarecida e visível da diversidade, contribuiu para que tivesse melhorado consideravelmente o nível de vida da pobreza.
Concluiram que já nos inícios da década de 90 se confirmava o sentido da história da modernização demográfica, com o recuo das ruralidades e o crescimento de realidades urbano-terciárias e de industrialização rural difusa, em Portugal, e, nos destinos dos fluxos migratórios, urbano-industriais.
A adesão à União Europeia terá sido um fator de procura de novos encontros sociais, de parcerias comerciais e entrosamento cultural, com um resultado social assinalável.
Para lá das novas correntes migratórias provindas do Leste, uma certa integração da geração luso-africana, e a ida para centros de especialização avançada de jovens qualificados, além dos 'retornados' entretanto já novamente estabelecidos, o país operou mudanças sociais de relevo.
Estas mudanças referem-se ao aumento dos níveis de tolerância, com a sociedade a dinamizar-se, compreendendo novos focos culturais.
Foi completamente vestida de globalização, pela adesão às novas tecnologias; incorporou novos rituais na cultura popular; compreendeu a contribuição importante para o bem-estar social que é o direito à sexualidade; admitiu sob os seus valores religiosos a vontade da mulher na questão do aborto; preparou as mulheres para uma vida superior aos costumes; integrou-se nos meios de comunicação global, com a população a ter acesso, por várias plataformas, às ideias, comportamentos e estilos de vida dos outros, diferentes, que vão sendo cada vez mais semelhantes na diversidade.
Porque a "cultura é a luta contra a uniformidade", assistimos a modos de vida dos membros sociais que contribuem para a fácil adoção do global, através da diversidade cultural, em sociedades culturalmente mistas, com as suas subculturas e contraculturas.
A globalização revista no exemplo de Portugal
A adesão à União Europeia
terá sido um fator de procura.
terá sido um fator de procura.
Estilos de vida dos outros,
diferentes, cada vez mais semelhantes na diversidade.
diferentes, cada vez mais semelhantes na diversidade.
Concluiram que já nos inícios da década de 90 se confirmava o sentido da história da modernização demográfica, com o recuo das ruralidades e o crescimento de realidades urbano-terciárias e de industrialização rural difusa, em Portugal, e, nos destinos dos fluxos migratórios, urbano-industriais.
Para lá das novas correntes migratórias provindas do Leste, uma certa integração da geração luso-africana, e a ida para centros de especialização avançada de jovens qualificados, além dos 'retornados' entretanto já novamente estabelecidos, o país operou mudanças sociais de relevo.
Estas mudanças referem-se ao aumento dos níveis de tolerância, com a sociedade a dinamizar-se, compreendendo novos focos culturais.
Foi completamente vestida de globalização, pela adesão às novas tecnologias; incorporou novos rituais na cultura popular; compreendeu a contribuição importante para o bem-estar social que é o direito à sexualidade; admitiu sob os seus valores religiosos a vontade da mulher na questão do aborto; preparou as mulheres para uma vida superior aos costumes; integrou-se nos meios de comunicação global, com a população a ter acesso, por várias plataformas, às ideias, comportamentos e estilos de vida dos outros, diferentes, que vão sendo cada vez mais semelhantes na diversidade.
Porque a "cultura é a luta contra a uniformidade", assistimos a modos de vida dos membros sociais que contribuem para a fácil adoção do global, através da diversidade cultural, em sociedades culturalmente mistas, com as suas subculturas e contraculturas.
Um sistema de posicionamento global para os desafios atuais
