CONTESTAÇÃO NACIONAL
A economia, como um domínio para a observação política, pode mostrar que o poder não está bem — como os índices de estagnação económica, por exemplo. Neste ponto, não nos podemos afastar da figura do Estado, e da sua participação na motivação económica das sociedades. Sobretudo, questionando os seus planos de redistribuição de recursos. Aqui, a constatação das crescentes assimetrias internas, no acesso às oportunidades externas, ou na imposição externa entre as ligações das especificidades locais, leva-nos à contestação.
Parece que se confunde cada vez mais contestação com democracia. E como espaço aberto, a contestação reduz a ideia de participação. O sinal está na evidência do reforço das forças contestatárias em diversos parlamentos.
A contestação estrutura-se com 1) a apreciação sobre a nação limitada; 2) o abuso político da intervenção dos interesses; 3) a duplicação do poder central, que na prática alarga e faz aumentar as posições periféricas.
No caso inglês, na relação do interior com o poder de Londres e com o poder de Bruxelas. Porque o policentrismo não elimina ou encurta as periferias. E as periferias desdobradas projetam-se noutros planos, ainda mais subperiféricos: mudam do geográfico para o étnico, do multicultural para as 'castas urbanas'.
Os interesses difusos vão particularizando cada vez mais uma certa compreensão das maiorias, questionando as razões que articularam o sentido de nação com uma dinâmica ascendente para os seus nacionais. Ecoando na contestação e que se transforma num padrão negativo de ligações, em divisões separadas, passam a exigir a reformulação das comunidades.
A contestação, devido à assimetria fechada, que retira dinâmicas livres, ou à igualdade, danosa para as diferenças, chama a si o Estado, ausente ou incapaz, para reformular a experiência social e construir a nação com o controlo político. Na evidência que o poder político não está bem, a renacionalização tenta resolver o problema do poder. Traz de volta a soberania, e faz-nos descobrir o conceito de nova soberania, que algumas regiões da Europa procuram, questionando as teorias existentes de várias soberanias que servem Estados com caraterísticas diferentes.
Confunde-se cada vez mais contestação com democracia.
A contestação:
Sobre a nação limitada;
o abuso político;
a duplicação do poder.
Sobre a nação limitada;
o abuso político;
a duplicação do poder.
A desarticulação das assimetrias
leva à reformulação das comunidades.
leva à reformulação das comunidades.
A contestação estrutura-se com 1) a apreciação sobre a nação limitada; 2) o abuso político da intervenção dos interesses; 3) a duplicação do poder central, que na prática alarga e faz aumentar as posições periféricas.
Os interesses difusos vão particularizando cada vez mais uma certa compreensão das maiorias, questionando as razões que articularam o sentido de nação com uma dinâmica ascendente para os seus nacionais. Ecoando na contestação e que se transforma num padrão negativo de ligações, em divisões separadas, passam a exigir a reformulação das comunidades.
A contestação, devido à assimetria fechada, que retira dinâmicas livres, ou à igualdade, danosa para as diferenças, chama a si o Estado, ausente ou incapaz, para reformular a experiência social e construir a nação com o controlo político. Na evidência que o poder político não está bem, a renacionalização tenta resolver o problema do poder. Traz de volta a soberania, e faz-nos descobrir o conceito de nova soberania, que algumas regiões da Europa procuram, questionando as teorias existentes de várias soberanias que servem Estados com caraterísticas diferentes.
